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De Faxineiro a Procurador da República

1 = Saiu a 3ª edição do livro De Faxineiro a Procurador da República (*). Agora a publicação está a cargo da Editora Método, uma grande editora do Grupo Editorial Nacional (GEN). O livro já pode ser adquirido no site da referida editora (valor R$ 38,00).  Em poucos dias, segundo informações do Grupo, a obra estará nas livrarias de todo o Brasil. Dentro de um mês o livro também poderá ser adquirido na versão e-book.

2 = No livro sustento que o excesso de leitura prejudica a inteligência. Tal afirmação parece incoerente, pois tudo o que conquistei foi graças à leitura e aos estudos; além disso, o objetivo do livro é justamente incentivar o saudável hábito de ler. Ocorre que a “incoerência” é apenas aparente, pois, logo nas considerações iniciais do livro (vide trecho abaixo), explico a razão de não se exagerar na leitura.

3 = As duas edições anteriores mostraram-me que a história da minha vida incentivou muita gente. E o mais importante é que as estratégias que adotei podem ser transmitidas. Satisfeito com o resultado, na terceira edição inovei, entregando o livro para ser publicado por uma grande editora, a fim de atender aos pedidos do Brasil inteiro, pois a pequena editora anterior não tinha estrutura para isso. Ademais, aprofundei no que considero de mais importante do trabalho: o desenvolvimento da inteligência emocional. Para isso, extraí do livro a parte referente aos bastidores do poder e da política, que será objeto de outra obra a ser publicada posteriormente.

4 = As adversidades levaram-me a aprender lidar com a realidade, buscando meios para compensar as desvantagens e a superar os inúmeros obstáculos. Uma das realidades que constatei ainda na adolescência foi que a vida é muito curta e passa rápido, por isso devemos aproveitar cada momento. Hoje, aos 49 anos de idade, sou testemunha disso. Desde os doze anos, quando resolvi me dedicar aos estudos, que me preocupo com o futuro, mas nunca deixei de aproveitar o presente. Conquistei os objetivos ao mesmo tempo em que curti cada momento da vida.

5 = Não sei quanto tempo de vida me resta. Caso eu viva mais 31 anos, chegarei aos 80 anos (meu pai viveu até os 84). Pela experiência tida até agora, sei que esses 31 anos, que me restam (em tese), passarão rapidamente, porquanto parece que foi ontem que completei 17 anos (idade marcante, pois foi quando deixei a Ilha do Marajó e fui morar em Brasília), e de lá para cá já transcorram 32 anos (e foi tudo muito rápido). Ressalto que o tempo passa para todos, por isso é muito importante aproveitar cada momento. Preocupar-se com futuro, mas sem deixar de viver o presente.

6 = É possível conciliar trabalho, estudo, diversão, família, amigos etc. Por exemplo, trabalhando durante o dia, fiz o curso de Direito à noite em uma modesta faculdade. Aproveitei praticamente todos os finais semana curtindo com a família e amigos e, mesmo assim, poucos dias após a conclusão do curso superior, passei em primeiro lugar em concurso privativo de bacharel em Direito. O êxito não se limitou aos concursos (passei em sete, sendo três em primeiro lugar), mas à atividade profissional e, sobretudo, na qualidade de vida, pois aproveito cada dia da melhor forma possível (as coisas ruins não me abalam, muito pelo contrário, servem de incentivo para conquistar novos objetivos). Tenho muitos objetivos para o futuro, mas jamais deixarei de procurar viver o presente da melhor possível.

7 = É essa forma de vida que procuro transmitir no livro. Leia abaixo trecho das considerações iniciais da obra para ter uma ideia do que é o trabalho.  Já ajudei muita gente e tenho absoluta convicção de que poderei ajudar outras a viver bem e melhor.

8 = Procurei escrever o livro no mesmo estilo que cultivo o hábito de ler, para que a leitura seja prazerosa, divertida, pragmática, objetiva e instrutiva. A partir desta edição, com a retirada da parte que tratava dos bastidores do poder (como dito, será objeto de outra obra), o livro diminuiu em tamanho, mas melhorou em qualidade (agora tem 176 páginas, antes tinha 607).



Grande abraço,

Manoel Pastana

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CONSIDERAÇÕES INICIAIS

Este livro não é de autoajuda. É mais do que autoajuda. É um livro que tem o objetivo de instar o autoconhecimento e fomentar a autoaprendizagem. Aqui se conta uma história real de luta e superação, baseada em estratégias intelectuais, mentais e emocionais.


De faxineiro cheguei a procurador da República. Mais do que isso. De quem que pouco pensava (só o básico) em alguém que pensa e faz do cérebro um instrumento de realização. A base de tudo é a leitura. Não a leitura bitolada, cultivada pelos pseudointelectuais, mas a leitura pragmática, voltada para a realidade.  Por falar nisso, ler o maior número de livros é a receita certa para o sucesso? Não e não. Tudo em excesso faz mal. Ademais, é preciso ter estratégia para tudo, inclusive para a leitura.

O psicanalista, educador e escritor (autor de mais de 80 livros, muitos relacionados à educação), Rubem Alves, na sua obra Entre a Ciência e a Sapiência: O Dilema da Educação, escreveu: <Faz muito tempo que sei que o excesso de leitura faz mal para a inteligência, mas nunca me atrevi a dizê-lo. Tinha medo de ser condenado à fogueira. A coragem me veio quando descobri um aliado: um livrinho muito pequeno - pode ser lido em meia hora -, Sobre livros e leitura. Autor: Arthur Schopenhauer> (Schopenhauer foi um destacado filósofo alemão que influenciou muitos pensadores modernos).

O primeiro problema de quem ler ou estuda exageradamente é de ordem lógica: faltará tempo para fazer outras coisas (a vida é curta e precisa ser aproveitada em todos os aspectos). O segundo é de ordem mental, que pode ir de uma simples falta de concentração (após muitas horas de leitura ou de estudo perde-se a capacidade de concentração e assimilação) até transtornos mentais graves (o indivíduo pode <pirar>).

Além desses dois problemas que considero principais, há outros secundários, tais como a <extremada erudição>, baseada no pensamento e conhecimento alheios. Na ânsia de demonstrar intelectualidade, há indivíduos que perdem a identidade e passam a ser absolutamente dependentes de pensamentos e de ideias dos outros. Tornam-se escravos de pseudosabedoria, não passando de meros repetidores (e até copiadores) do que os outros escrevem. Comportam-se como parasitas do conhecimento alheio, sem ideias próprias e nem juízo crítico.

O excesso de leitura, além de produzir essa espécie de parasita intelectual, que sequer tem tempo ou desejo de exercitar o raciocínio próprio (não pensam, apenas repetem ideias alheias), também contribui para a formação de indivíduos que vivem no mundo da lua, viajando na maionese. Eles são extremamente teóricos, doutores do conhecimento abstrato e esquecem que a realidade reclama conhecimentos palpáveis, que possam se converter em benefício concreto.

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Voltando a este livro. Ele é recomendado a todos os que desejam vencer nos estudos e na vida. Tanto para colocação na iniciativa privada como no setor público. Embora a obra não seja exclusiva para concursos, dou especial atenção para essa competitiva e democrática forma de ingresso no serviço público.

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O Brasil é um gigante que precisa levantar do berço esplêndido e aproveitar o grande potencial e reservas naturais que ostenta, para isso é necessário trabalhar e empregar o que melhor tem o ser humano: o cérebro. Para tanto, precisa-se de um modelo educacional pragmático para compensar o grande atraso decorrente do descaso com a educação que vem de muito tempo. Este livro é uma colaboração nesse sentido.  Tenho plena convicção do êxito, porquanto as duas primeiras edições mostraram-me que a missão é viável e altamente gratificante. Peço aos leitores que adotem a ideia, utilize-a e ajudem-me a disseminá-la.

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(*) Para compra do livro clique AQUI

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